S

Sewero Santos

Dourados (MS)

Sobre mim

Advogado

Principais áreas de atuação

Comentários

(2)
S
Sewero Santos
Comentário · há 8 anos
É... Já passei por esta admiravel condição de ser chamado à atenção, em um júri, por não ter chamado ninguém de "Doutor". No caso, o juiz imediatamente me cha,ou a atenção por não tê-lo feito. Aí, como estavamos em um júri, não quis fazer nenhum comentário, pois já havia chamado a todos de Senhor. Cerca de 20 dias após, em um novo júri, em que o Júiz presidente era outro, lá me aparece este pequeno Juíz e me chama à parte para de novo fazer argumentação acerca do "Doutor". Nem pensei mais. De maneira inopinável, declarei em alto e bom som: "Mas de novo????Pelo amor de Deus!!!!". Tudo isso e, eu me esqueci que falava com um juíz...Aí ele argumentou que havia uma Lei que me obrigava a chamar até delegado de polícia de "Excelência". Contra argumentei que esta bobagem realmente parecia estar em Lei, mas "Doutor"????. Retruquei que "Doutor" é um título acadêmico e somente o terá que defendeu tese de Doutorado. E foi aprovado, porque o que tem de acadêmico reprovado não é brincadeira. também versei sobre o fato de que "Doutor" no Brasil, foi instituido pela Rainha Maria "A Louca", que obrigou os advogados brasileiros a assim chamar os advogados portugueses. Informei ainda, que em países mais desenvolvidos, o profissional de qualquer área, terá que usar a denominação de formação. Assim, médico é Md e, somente usara PhD quem o tiver concluído. Terminei positivando que somente o faria pela determinação do juíz, ainda que a contragosto. Meu dia acabou...
1
0
S
Sewero Santos
Comentário · há 12 anos
Senhores...
Não querendo aumentar a barafunda, tenho a dizer que aqui em Dourados, por ser tipicamente uma região de fronteira, é bastante comum as tentativas de inserir no presídio, coisas outras, tais como telefones celulares, drogas as mais variadas, com especial atenção para a cocaína e a maconha. Já nem é a primeira advogada presa com entorpecentes dentro daquela unidade prisional. Por ser Oficial de Justiça, tenho constantemente informações de pessoas as mais variadas que ali tentam adentrar com estupefacientes. Neste mesmo presídio, já há dois advogados de renome, devidamente engaiolados, sendo um deles, advogado do PCC. A direção do PHAC constantemente faz revistas, com o intuito de diminuir as tentativas de ingresso de tais drogas. E nem sempre é feliz em tal mister. Certo é, que há somente máquinas para verificar se há objetos metálicos e/ou eletrônicos que possam ser passados aos detidos. A revista pessoal não é feita junto ao advogado, até porque se presume ser ele uma pessoa de bem ainda que haja histórias testemunhadas de advogadas que não mereceriam ser chamadas de pessoas de bem, cujas atitudes, ali desenroladas, foram pouco ou nada salutares. Aos finais de semana há a revista dos parentes dos presos. Mas a revista pessoal, esta não é feita nos advogados, até porque dizem ser humilhante. Agora, o preso é revistado por dois agentes penitenciários, cuja revista é assistida por outro. às vezes, também por minha pessoa. O parlatório tem um balcão com cerca de arame para divisória preso/advogado, mas cujas malhas, não diminutas o suficiente que possa impedir a passagem de pequenas trouxinhas, ou objetos idem. Não há como ficar vendo o que o advogado faz e/ou fala com seu cliente, considerando que tal atitude é proibida, e os agentes se distanciam da sala para que não haja quebra do vínculo. Assim, só posso crer que a não tão ilustre advogada, tentou sim, inserir naquele estabelecimento prisional, drogas ilícitas. Não há milagre. As drogas não apareceram do nada.
0
0

Perfis que segue

(36)
Carregando

Seguidores

(1)
Carregando

Tópicos de interesse

(35)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

Outros advogados em Dourados (MS)

Carregando